3 de outubro de 2010

Deputados federais: os mais cotados

As eleições deste domingo deverão promover uma renovação inédita na representação de Santa Catarina na Câmara Federal.  Dos 16 deputados eleitos em 2006 a hipótese é de mudança é  de mais da metade da bancada.  Sete deles porque não concorrem à reeleição.  Angela Amin(PP) disputa o governo do Estado. Cláudio Vignatti(PT) concorre ao Senado. João Matos(PMDB) desistiu pleitear novo mandato. Fernando Coruja(PPS) ficou desiludido e abandonou o parlamento.  Nelson Goetten de Lima(PR) também não concorre mais.  Carlito Mers(PT) foi eleito prefeito de Joinville e Djalma Berger(PSB) é prefeito de São José. Dos deputados que buscam a renovação do mandato são considerados viáveis os deputados Mauro Mariani(PMDB), Paulinho Bornhausen(DEM), Décio Lima (PT), João Pizollatti(PP), Edinho Bez(PMDB), Celso Maldaner(PMDB) e Odacir Zonta (PP). Pelos cálculos dos comitês eleitorais, o PMDB pode eleger entre4 e 5 federias, o PT tem esperança de conquistar até 4cadeiras (hoje tem 3), o DEM ampliaria de 1 para 3 deputados,  o PP espera garantir as 3 atuais, o PSDB está entre  2e 3deputados. O PMDB poderá eleger Mauro Mariani, Rogério Mendonça, Ronaldo Benedet, Edinho Bez.  São considerados no jogo Celso Maldaner, Valdir Colato, Gean Loureiro e Dalmo Oliveira.  No DEM despontam João Rodrigues, Paulinho Bornhausen e Onofre Agustini.  São fortes Romana Remor e Patrício Destro.  Despontam no PSDB Jorginho Melo e Marco Tebaldi. Gervásio Silva é outro oxigenado.  Na tríplice é citada Carmem Zanotto, do PPS. A lista dos possíveis do PT inclui Décio Lima, Luci Choinaki, Jorge Boeira, Pedro Uczai, além de Vânio dos Santos e Marinete Mers. No PP, a lista é encabeçada por Esperidião Amin e conta com Odacir Zonta, João Pizolatti e Roberto Salum. A grande dúvida está na votação do deputado João Pizollatti, líder do PP na Câmara Federal.  Seus votos não serão computados pelo TRE-SC até que o Supremo decida sobre o destino dos recursos do chamado “Ficha Limpa”.   Ele foi impugnado e aguarda julgamento de recurso pelo TSE. A distribuição das cadeiras pelos partidos e alianças vai depender do quociente eleitoral, que sempre depende dos candidatos mais votados e da soma das legendas.