Solução construída com participações de lideranças em benefício da comunidade, é como posso definir a transferência da manutenção da SC-120, de Canoinhas até a divisa com Timbó Grande, firmada por convênio entre o Deinfra e os municípios de Canoinhas e Bela Vista do Toldo. Acredito que a estrada vai ficar transitável. Acordo com participações do presidente do Deinfra, Wanderlei Agostini, do secretário executivo da ADR Canoinhas, Aloísio Salvatti, do prefeito e vice de Canoinhas, Beto Passos e Renato Pike, do prefeito de Bela Vista e presidente da AmplaNorte, Adelmo Alberti, e do representante da comunidade beneficiada, vereador por Canoinhas Célio Galeski.
A celebração de convênio firmada na manhã desta segunda-feira,3, na sede do Deinfra em Florianópolis, para transferência da manutenção de aproximadamente 60 quilômetros da rodovia SC-120, entre Canoinhas e a divisa entre os municípios de Bela Vista do Toldo e Timbó Grande, deve garantir melhores condições de tráfego na estrada não pavimentada de grande importância econômica regional no Planalto Norte. O trecho é conhecido por sua base irregular, em terreno turfado, que precisa manutenção constante para não se tornar intransitável. Há passagem constante de caminhões pesados transportando madeira, e os usuários locais já fizeram vários protestos com fechamento da estrada para protestar contra as precárias condições de tráfego. O presidente do Deinfra Wanderley Agostini destacou o entendimento que tornou possível a transferência da manutenção da estrada para as prefeituras de Canoinhas, que será responsável pelo maior trecho, e de Bela Vista do Toldo. Canoinhas esteve representada pelo prefeito Beto Passos e o vice Renato Pike, mais o vereador Célio Galeski. O município recebeu do Deinfra uma patrola e uma retroescavadeira para reforçar sua patrulha mecanizada. Já Bela Vista do Toldo, representada pelo prefeito e presidente da AMPLANORTE, Adelmo Alberti, recebeu um caminhão basculante trucado. A Secretaria da Infraestrutura fará o repasse anual de verba para as operações de manutenção do trecho, com previsão anual de R$ 500 mil.

