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Dia Nacional da Imunização, celebrado em 9 de junho, a diretoria de Vigilância
Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância dos
adultos atualizarem o esquema vacinal. As vacinas disponíveis na rede pública
de saúde protegem os adultos contra doenças como sarampo, rubéola, caxumba,
difteria, tétano, febre amarela, gripe e hepatite B.
“Os adultos também têm direito à proteção das vacinas.
Porém, muitas pessoas não sabem disso”, alerta Vanessa Vieira da Silva, gerente
de imunização da Vigilância Epidemiológica. A pessoa que não localizar a
carteira de vacinação e não lembrar se já recebeu as vacinas deve iniciar o
esquema. Essas vacinas são oferecidas gratuitamente na rede pública de saúde
durante todo o ano, à exceção da vacina da gripe, que é disponibilizada apenas
para os grupos prioritários durante o período da campanha, que este ano foi de
25 de abril a 20 de maio.
Fique atento
A Dupla Tipo Adulto é a única forma de prevenção contra o tétano, uma doença
grave e que pode levar à morte, causada por uma toxina produzida pelo bacilo
tetânico que entra no organismo por meio de ferimentos ou lesões na pele. Essa
vacina também oferece proteção contra a difteria, uma doença infecciosa aguda
que atinge o sistema respiratório, causada por um bacilo que atinge as
amígdalas, a faringe, o nariz e a pele. É indicada a partir dos sete anos
de idade e deve ser aplicada a cada 10 anos por todas as pessoas, em três
doses.
A Tríplice Viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba e deve ser tomada
por adultos entre 20 e 59 anos, em uma dose. Importante ressaltar que o sarampo
facilita o aparecimento de outras doenças, como pneumonia e diarreias, e pode
levar à morte. A rubéola pode ser perigosa em gestantes, pois pode causar má
formação congênita no feto, das quais a surdez é a mais comum. A caxumba pode
apresentar complicações como meningite viral, inflamação dos ovários e
testículos e, mais raramente, pancreatite.
A vacina contra a febre amarela é a única forma de evitar a doença. Deve ser
tomada por adultos entre 20 e 59 anos, em duas doses, com intervalo de 10 anos.
A Febre Amarela é uma doença que pode ter curta duração ou evoluir para formas
graves e levar até mesmo à morte.
Apesar de Santa Catarina não registrar casos de febre amarela em humanos desde
1966, a vacinação contra a doença é indicada para 100% da população dos
162 municípios catarinenses que integram a Área com Recomendação de Vacina
contra Febre Amarela.
Além da população residente nestes municípios, a vacinação é recomendada para
todos os viajantes que se deslocarem para qualquer um dos 3.530 municípios
brasileiros considerados Área com Recomendação de Vacina. Essas cidades ficam
em todos os estados das regiões Norte e Centro-Oeste; em Minas Gerais e no
Maranhão; e em alguns municípios do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. Quem ainda não é vacinado e pretende viajar para
essas áreas deve procurar um posto de vacinação pelo menos 10 dias antes da
viagem.
Clique aqui e confira os municípios de Santa Catarina
que integram a Área com Recomendação de Vacina.